Imagine um jogo onde vencer significa mudar sua vida e perder… bem, significa o fim dela. É exatamente isso que acontece em Round 6, a série sul-coreana que conquistou o mundo com sua mistura de tensão, crítica social e visuais marcantes.
A história gira em torno de Seong Gi-hun, um homem falido e endividado que vê sua chance de redenção ao receber um convite misterioso para participar de uma competição secreta. Junto com ele, centenas de jogadores enfrentam desafios inspirados em brincadeiras infantis, como cabo de guerra e bolinhas de gude, mas com uma reviravolta mortal: quem perde, literalmente deixa de existir.
Ao longo da competição, Gi-hun faz alianças inesperadas, como com Cho Sang-woo, seu antigo amigo de infância e agora um homem desesperado para escapar das consequências de suas ações, e Kang Sae-byeok, uma habilidosa desertora da Coreia do Norte que só quer garantir um futuro seguro para seu irmão mais novo. Há também Abdul Ali, um imigrante paquistanês que aposta tudo na competição para sustentar sua família, e Oh Il-nam, um idoso enigmático que, apesar de sua fragilidade, parece saber mais do que deixa transparecer.
Por trás dos bastidores do jogo, o misterioso Front Man comanda os eventos com precisão cirúrgica, enquanto os soldados mascarados garantem que as regras brutais sejam seguidas sem hesitação. Tudo isso acontece sob a observação de uma elite rica e cruel, que trata o jogo como entretenimento sádico.
Com tensão crescente, personagens complexos e uma crítica feroz ao sistema econômico e social, Round 6 não é apenas uma série de sobrevivência – é um espelho perturbador da realidade. E depois de assistir, fica difícil não pensar: e se eu estivesse lá?
